dificuldade em atravessar a rua e nos encontrarmos com nosso vizinho; conquistamos o espaço exterior, mas não nosso espaço interior; fizemos coisas maiores, mas não coisas menores; limpamos o ar, mas poluímos a alma; dividimos o átomo, mas não nossos preconceitos. Escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos; aprendemos a correr contra o tempo, mas não a esperar com paciência; temos maiores rendimentos, mas menor padrão moral; temos mais comida, mas menos apaziguamento; construímos mais computadores para armazenar mais informações para produzir mais cópias do que nunca, mas temos menos comunicação; tivemos avanços na quantidade, mas não na qualidade; estes são tempos de refeições rápidas e digestão lenta; de homens altos e de caráter baixo; lucros expressivos, mas relacionamentos rasos; estes são tempos em que se almeja a paz mundial, mas perdura a guerra nos lares; temos mais lazer, mas menos diversão; maior variedade de comida, mas menos nutrição; são dias de duas fontes de renda, mas de mais divórcios; de residências mais belas, mas lares quebrados. São dias de viagens rápidas, fraldas descartáveis, moralidade também descartável, ficadas de uma só noite, corpos acima do peso, e pílulas que fazem de tudo: alegrar, aquietar, matar. É um tempo em que há muito na vitrine e nada no estoque.
VELHO CARPINTEIRO

Um velho carpinteiro estava para aposentar-se. Ele contou a seu chefe os seus planos de largar o serviço de carpintaria e de construção de casas e viver uma vida mais calma com sua família. Claro que ele sentiria falta do pagamento mensal, mas ele necessitava da aposentadoria. O dono da empresa sentiu em saber que perderia um de seus melhores funcionários e pediu a ele que construísse uma última casa como um favor especial. O carpinteiro consentiu, mas com o tempo ficou fácil perceber que seus pensamentos e seu coração não estavam no trabalho. Ele não se empenhou no serviço e se utilizou de mão-de-obra e matérias-primas de qualidade inferior. Foi uma maneira lamentável de encerrar sua carreira. Quando o carpinteiro terminou o trabalho, o construtor veio inspecionar a casa e entregou a chave da porta ao carpinteiro. "Esta é a sua casa, meu presente para você." Foi um choque, uma vergonha. Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito completamente diferente. Não teria sido tão relaxado. Agora ele teria de morar numa casa feita de qualquer maneira.
Assim acontece conosco. Construímos nossas vidas de maneira distraída, reagindo mais que agindo, desejando colocar menos do que o melhor. Nos assuntos importantes não empenhamos nosso melhor esforço. Então, em choque, nós olhamos para a situação que criamos e vemos que estamos morando na casa que construímos. Se soubéssemos disso, teríamos feito diferente.
Pense em você como o carpinteiro. Pense sobre sua casa. Cada dia você martela um prego novo, coloca uma armação ou levanta uma parede. Construa sabiamente. É a única vida que você construirá. Mesmo que você tenha somente mais um dia de vida, este dia merece ser vivido graciosamente e com dignidade. Na placa da parede está escrito: "A vida é um projeto de você mesmo". Quem poderia dizer isso mais claramente? Sua vida de hoje é o resultado de suas atitudes e escolhas feitas no passado. Sua vida de amanhã será o resultado de suas atitudes e escolhas que fizer hoje.
CAMINHOS...

Márcio era um tipo de pessoa que você iria adorar. Estava sempre de alto astral e para cada situação tinha algo positivo para dizer. Quando alguém perguntava: "Como vai você?", ele respondia: "Melhor que isso, só dois disso!" Márcio era gerente de uma cadeia de restaurantes e todos os garçons seguiam seu exemplo. A razão dos garçons seguirem Márcio era por causa de suas atitudes. Ele era naturalmente motivador. Se algum empregado estivesse tendo um mau dia, Márcio prontamente estava lá contando como olhar pelo lado positivo da situação. Eu observava seu estilo e ficava realmente curioso. Então um dia eu perguntei: "Márcio, eu não acredito! Você não pode ser uma pessoa positiva o tempo todo... Como você consegue?" E ele respondeu: "Toda manhã eu acordo e digo a mim mesmo: Márcio, você tem duas escolhas hoje: escolher estar de alto astral ou escolher estar de baixo astral. Então eu escolho a primeira... A todo o momento pode acontecer alguma coisa desagradável, eu posso escolher ser vítima da situação ou posso escolher aprender algo com isso. Eu escolho aprender algo com isso! A todo o momento alguém vem reclamar da vida comigo, eu posso escolher aceitar a reclamação, ou posso escolher apontar o lado positivo da vida para a pessoa. Eu escolho apontar o lado positivo da vida." Então argumentei: "Tá certo!!! Mas não é tão fácil assim!!!" "É fácil sim!!!" disse Márcio. "A vida consiste em escolhas. Quando você tira todos os detalhes e enxuga a situação, o que sobra são escolhas, decisões a serem tomadas. Você escolhe como reagir às situações. Você escolhe como as pessoas irão afetar o seu astral. Você escolhe estar feliz ou triste, calmo ou nervoso. Em suma: A escolha é sua, você escolhe como quer viver a sua vida!"
Algum tempo depois eu deixei o restaurante para abrir o meu próprio negócio. Nós perdemos contato, mas freqüentemente eu pensava nele quando tomava a decisão de viver ao invés de ficar reagindo às coisas. Alguns anos mais tarde, ouvi dizer que Márcio havia feito algo que nunca se deve fazer quando se trata de restaurantes: ele deixou a porta dos fundos aberta e, conseqüentemente, foi rendido por três assaltantes armados. Enquanto ele era obrigado a abrir o cofre, sua mão, trêmula de nervoso, errou a combinação do cofre. Os ladrões entraram em pânico, atiraram nele e fugiram. Por sorte, Márcio foi rapidamente socorrido e levado às pressas para o pronto-socorro local. Depois de 18 horas de cirurgia e algumas semanas de tratamento intensivo, Márcio foi liberado do hospital com alguns fragmentos de balas ainda em seu corpo. Encontrei-o seis meses depois do incidente. Quando perguntei: "Como vai você?" Ele respondeu: "Melhor que isso, só dois disso! Quer ver minhas cicatrizes?" Enquanto eu olhava as cicatrizes, perguntei o que lhe passou pela mente quando os ladrões invadiram o restaurante. "A primeira coisa que veio à minha cabeça foi que eu deveria ter trancado a porta dos fundos. Então, depois quando eu estava baleado no chão, eu lembrei que eu tinha duas escolhas: eu podia escolher viver ou podia escolher morrer. Eu escolhi viver." "Você não ficou com medo? Você não perdeu os sentidos?" "Os paramédicos eram ótimos. Eles ficaram o tempo todo me dizendo que tudo ia dar certo, que tudo ia ficar bem. Mas quando eles me levaram de maca para a sala de emergência, vi as expressões no rosto dos médicos e enfermeiras e fiquei com medo. Nos seus olhos eu lia: "Ele é um homem morto." Aí eu sabia que tinha que fazer alguma coisa." "E o que você fez?" "Bem, havia uma enfermeira grande e forte me fazendo perguntas. Ela perguntou se eu era alérgico a alguma coisa. "Sim", respondi. Os médicos pararam imediatamente esperando por minha resposta, eu respirei fundo e respondi: "Balas!" Enquanto eles riam eu disse: "Eu estou escolhendo viver. Operem-me como se eu estivesse vivo, não morto."
Márcio sobreviveu graças à experiência e habilidade dos médicos, mas também por causa de sua atitude espetacular. Eu aprendi com ele que todos os dias temos que escolher viver a vida em sua plenitude, viver por completo. Atitude, portanto, é tudo.
FAZENDEIRO ESCOCÊS

O nome dele era Fleming e era um pobre fazendeiro escocês. Um dia, enquanto trabalhava para ganhar a vida, o sustento para sua família, ele ouviu um pedido desesperado de socorro vindo de um pântano nas proximidades. Largou suas ferramentas e correu de encontro aos gritos. Lá chegando, enlameado até a cintura, encontrou um menino gritando e tentando safar-se da morte. O fazendeiro Fleming salvou o rapaz de uma morte lenta e terrível. No dia seguinte, uma carruagem riquíssima chega à humilde casa do escocês. Um nobre elegantemente vestido sai e apresenta-se como o pai do menino que o fazendeiro Fleming tinha salvado. - Eu quero recompensá-lo, disse o nobre. - Você salvou a vida do meu filho. - Não, eu não posso aceitar pagamento para o que eu fiz, responde o
fazendeiro escocês, recusando a oferta. Naquele momento, o filho do fazendeiro veio a porta do casebre. - É seu filho? perguntou o nobre. - Sim! o fazendeiro respondeu orgulhosamente. - Eu lhe farei uma proposta. Deixe-me levá-lo e dar-lhe uma boa
educação. Se o rapaz for como seu pai, ele crescerá e será um homem do qual você terá muito orgulho.
E foi o que ele fez. Tempos depois, o filho do fazendeiro Fleming formou-se no St. Mary's Hospital Medical School de Londres, ficou conhecido no mundo como o notável Senhor Alexander Fleming, o descobridor de Penicilina. Anos depois, o filho do nobre estava doente com pneumonia. O que o salvou? Penicilina. O nome do nobre? Senhor Randolph Churchill. O nome do filho dele? Senhor Winston Churchill.
Alguém disse uma vez que a gente colhe o que planta. Trabalhe como se você não precisasse do dinheiro. Ame como se você nunca tivesse tido uma decepção. Dance como se ninguém estivesse te assistindo.
PRESENTES

Era uma vez um garoto que nasceu com uma doença que não tinha cura. Tinha 17 anos e podia morrer a qualquer momento. Sempre viveu na casa de seus pais, sob o cuidado constante de sua mãe. Um dia decidiu sair sozinho e, com a permissão da mãe, caminhou pela sua quadra, olhando as vitrines e as pessoas que passavam. Ao passar por uma loja de discos, notou a presença de uma garota, mais ou menos da sua idade, que parecia ser feita de ternura e beleza. Foi amor à primeira vista. Abriu a porta e entrou, sem olhar para mais nada que não a sua amada. Aproximando-se timidamente, chegou ao balcão onde ela estava. Quando o viu, ela deu-lhe um sorriso e perguntou se podia ajudá-lo em alguma coisa. Era o sorriso mais lindo que ele já havia visto, e a emoção foi tão forte que ele mal conseguiu dizer que queria comprar um CD. Pegou o primeiro que encontrou, sem nem olhar de quem era e disse: - Esse aqui... - Quer que eu embrulhe para presente? Perguntou a moça, sorrindo ainda mais. Ele balançou a cabeça para dizer que sim e disse: - É para mim mesmo, mas eu gostaria que você embrulhasse. Ela saiu do balcão e voltou, pouco depois com o CD muito bem embalado. Ele pegou o pacote e saiu, louco de vontade de ficar por ali, admirando aquela figura divina. Daquele dia em diante, todos as tardes voltava à loja de discos e comprava um CD qualquer. Todas as vezes a garota deixava o balcão e voltava com um embrulho cada vez mais bem feito, que ele guardava no armário, sem sequer abrir. Ele estava apaixonado, mas tinha medo da reação dela, e assim, por mais que ela sempre o recebesse com um sorriso doce, não tinha coragem de convidá-la para sair e conversar. Comentou sobre isso com sua mãe e ela o incentivou a chamá-la para sair. Um dia, ele se encheu de coragem e foi para a loja. Como todos os dias comprou outro CD e, como sempre, ela foi embrulhá-lo. Quando ela não estava vendo, escondeu um papel com seu nome e telefone no balcão e saiu da loja correndo. No dia seguinte o telefone tocou e a mãe do jovem atendeu. Era a garota perguntando por ele. A mãe, desconsolada, nem perguntou quem era, começou a soluçar e disse: - Então, você não sabe? Faleceu esta manhã. Mais tarde, a mãe entrou no quarto do filho para olhar suas roupas e ficou muito surpresa com a quantidade de CDs, todos embrulhados. Ficou curiosa e decidiu abrir um deles. Ao fazê-lo, viu cair um pequeno pedaço de papel, onde estava escrito: "Você é muito simpático, não quer me convidar para sair? Eu adoraria..." Emocionada, a mãe abriu outro CD e dele também caiu um papel que dizia o mesmo, e assim todos quantos ela abria traziam uma mensagem de carinho e a esperança de conhecer o rapaz.
Assim é a vida: não espere demais para dizer a alguém especial aquilo que você sente. Diga-o já, amanhã pode ser muito tarde!
VALOR DE UM AMIGO

- Meu amigo não voltou do campo de batalha, senhor, solicito permissão para ir buscá-lo, disse um soldado ao seu tenente. - Permissão negada, replicou o oficial. - Não quero que arrisque a
sua vida por um homem que provavelmente está morto. O soldado, ignorando a proibição, saiu, e uma hora mais tarde regressou, mortalmente ferido, transportando o cadáver de seu amigo. O oficial estava furioso: - EU NÃO FALEI QUE ELE ESTAVA MORTO!!! AGORA EU PERDI DOIS HOMENS!!! - Diga-me: Valeu a pena trazer um cadáver? E o soldado, moribundo, respondeu: - Claro que sim, senhor! Quando o encontrei, ele ainda estava vivo e pôde me dizer: - Tinha certeza que você viria!
AMIGO É AQUELE QUE CHEGA QUANDO TODO MUNDO JÁ SE FOI.
A LIÇÃO DA BORBOLETA

Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo, um homem sentou e observou a borboleta por várias horas conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. Então pareceu que ela parou de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais longe. Então o homem decidiu ajudar a borboleta, ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas. O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo, que iria se afirmar a tempo. Nada aconteceu. Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar, não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo. Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar. "Eu pedi Força... e Deus me deu Dificuldades para me fazer forte. Eu pedi Sabedoria... e Deus me deu Problemas para resolver. Eu pedi Prosperidade... e Deus me deu Cérebro e Músculos para trabalhar. Eu pedi Coragem... e Deus me deu Perigo para superar. Eu pedi Amor... e Deus me deu pessoas com Problemas para ajudar. Eu pedi Favores... e Deus me deu Oportunidades. Eu não recebi nada do que pedi... Mas eu recebi tudo de que precisava."
UM TESTE FÁCIL

I. Perguntas
Aqui está um teste fácil, será que você consegue fazer 100% de acertos ? Tente....
1. Quanto tempo durou a guerra dos 100 anos? 2. Em qual país são fabricados os chapéus Panamá? 3. Em que mês os russos celebram a Revolução de Outubro? 4. As Ilhas Canário, no oceano Pacífico, têm esse nome tirado de qual animal? 5. Qual era o primeiro nome do Rei George VI? 6. Quanto tempo durou a guerra dos 30 anos?
Somente após responder, confira as respostas abaixo.
II. Respostas
1. 116 anos de 1337 a 1453. 2. Equador. 3. Novembro. O calendário russo estava na época 13 dias atrasado. 4. O nome latino é Insularia Canaria, que significa ILHA DOS CACHORROS. 5. Albert. Em 1936 ele atendeu a um desejo da rainha Vitória de que nenhum outro rei se chamaria Albert. 6. 30 anos é lógico, de 1618 a 1648 (deu dó: - essa foi só para você não tirar Z E R O !!!!)
PRESENTE

Na noite passada pensei em você... Tanto pensei, que logo senti vontade de dar-lhe um presente, não só um, mas vários. Achei porem que tinha que ser alguma coisa que você gostasse ou que pudesse usar em todos os lugares. Assim foi que no dia seguinte, levantei-me mais cedo e fui à cidade para encontrar tudo que imaginei. Comprei SOL, CHUVA, VENTO, RISO e apenas 50 gramas de LÁGRIMAS, não havia mais do que isso. O balconista disse-me que estava tendo muita saída, pois os clientes compravam muito. Comprei um pacote de RAZÃO para você misturar com SORRISO, comprei SINCERIDADE, para você usar sempre. Lá na loja havia um vidro enorme de COMPREENSÃO, como o balconista disse, não estava tendo muita saída. Então resolvi comprar tudo. Comprei também vidros de ROMANTISMO e GENTILEZA para você usar com pessoas
queridas. Sabe AMIGO, lá na loja havia um grande vidro de ORGULHO, mas não comprei porque você não usa. Comprei pequenos pacotes de AMOR e PAZ, juntamente com ESPERANÇA, para você usar quando tudo parecer estar perdido. AMIGO, lá na loja havia algo muito triste: vi muitas pessoas comprando SOLIDÃO, chegou mesmo a faltar, tal era a saída desse produto.
Comprei ainda outros pequenos pacotes contendo AMIZADE e COMPANHEIRISMO. Finalmente comprei um CORAÇÃO para que você possa guardar todos os teus presentes! E... depois de tudo isso que você ganhou... que você tenha um ótimo dia, uma ótima semana, um ótimo mês, uma ótima vida e nunca se esqueça de usar aquele pacotinho de sorriso que te mandei!!!!
REPETIR EXPERIÊNCIAS ALHEIAS REQUER CUIDADO

O texto que segue, muito embora tenha conotações absolutamente cômicas e que, por um motivo qualquer e aleatório possa vir a se parecer com uma piada teve, na verdade, um registro verídico e está destacado nos anais da US-FAA - US Federal Aviation Administration, como um marco da inteligência e supremacia, nesta e em todas as áreas do bravo povo lusitano.
O descritivo refere-se ao "TESTE DO FRANGO".
O órgão de aviação americano US-FAA - US Federal Aviation Administration
preparou uma interessantíssima Home Page, infelizmente já desativada,
descrevendo um de seus mais engenhosos dispositivos. O objetivo era testar a resistência do vidro pára-brisa de suas aeronaves, e consistia em uma espécie de canhão que disparava um frango, previamente morto, em direção ao vidro do avião em teste. O disparo era
exato, e reproduzia a velocidade com a qual a ave alcançaria o avião em vôo. Teoricamente, se o pára-brisas resistisse à prova de impacto, então certamente suportaria uma colisão com um pássaro em vôo real. Na prática, o dispositivo funcionou perfeitamente, com centenas de provas efetuadas nos EUA.
Estudiosos portugueses, que estavam desenvolvendo uma locomotiva super
veloz, encontraram essa Home Page e interessaram-se pelo canhão de frangos,
pensando em aplicar a idéia aos pára-brisas de seu novo trem, já em fase
final de projeto. Entraram em contato com a US-FAA, conseguiram um canhão
emprestado e começaram a efetuar os testes. Já no primeiro disparo, o frango arrebentou o vidro frontal do trem, quebrou o painel de instrumentos, danificou a cadeira do maquinista, feriu dois técnicos que estavam próximos e voou até o fundo da locomotiva,
estatelando-se na parede traseira, deixando uma profunda marca no metal. Os
portugueses, obviamente, ficaram completamente perplexos com o surpreendente
e violento resultado. Documentaram a cena em detalhes. Produziram fotos digitais, gravaram
declarações de testemunhas oculares, elaboraram documentos técnicos e
enviaram todas essas informações em um arquivo compactado para a US-FAA, via
e-mail, perguntando o que é que haviam feito de errado. Os técnicos americanos estudaram cuidadosamente a documentação recebida e responderam, também em um e-mail, só que de forma seca e direta.
"DESCONGELEM ANTES O FRANGO."
Muitas pessoas e empresas encontram no mercado produtos e serviços bem-sucedidos e partem para fabricá-los ou executá-los baseados nas informações que supõem possuir. Nem sempre as informações que se possui a respeito de algo é o suficiente para realizá-lo com efeito de bons resultados ou sucesso. Pequenos detalhes podem fazer muita diferença.
OS TRÊS TALISMÃS

Que é preciso para aprender? Perguntou um filho ao pai. Para aprender, para saber e para vencer, respondeu o pai, é preciso buscar os três talismãs: a alavanca, a chave e o facho. E onde encontrá-los? Interroga o filho. Dentro de ti mesmo, explica o pai. Os três talismãs estão em teu poder e serás poderoso, se quiseres fazer uso deles. Não compreendo, diz o filho, cada vez mais intrigado. Que alavanca é essa? A tua vontade. É preciso querer, é preciso remover obstáculos para aprender. E a chave? O teu trabalho. É preciso esforço para dar volta à chave e abrir o palácio do saber. E o facho? A tua atenção. É preciso luz, muita luz, para iluminar o palácio. Só assim poderás ver com clareza e descobrir a verdade, que vence a ignorância.
MUDANÇAS

As coisas mudam. Todo momento é diferente do momento que já passou.
Será que as coisas mudam para melhor ou para pior?
Isso depende inteiramente de você. A mudança é neutra. Por si só, ela não é boa ou má. Ela é apenas necessária. Se as coisas não mudassem, nada aconteceria em nossas vidas.
A mudança é o que leva você de um lugar a outro. Ela é fundamental para a própria existência. Pense em todos os processos acontecendo agora mesmo no seu corpo, mudanças que preservam a sua vida. Quando tudo vai indo bem, alguma coisa vai mudar. Quando você já está começando a entrar em desespero, alguma coisa vai mudar. É a natureza da sua existência. É assim que as coisas acontecem. As mudanças não têm que pará-lo ou limitar a sua vida. Na verdade, essas mudanças lhe darão mais poder para avançar se você deixar. Você não pode parar as mudanças. Também não pode deixar que as mudanças parem você.
As mudanças continuam vindo. Através delas, você pode aprender, crescer e prosperar.
Procure as alternativas positivas em cada mudança que ocorrer.
Elas existem, sim, e podem levá-lo onde você quiser.
BEIJO IMAGINÁRIO

Há certo tempo atrás, um homem castigou sua filhinha de 3 anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado. O dinheiro andava escasso naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso ao ver a menina envolvendo uma caixinha com aquele papel dourado e colocá-la debaixo da árvore de Natal. Apesar de tudo, na manhã seguinte, a menininha levou o presente a seu pai e disse: "Isto é pra você, paizinho!". Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reação, mas voltou a "explodir" quando viu que a caixa estava vazia. Gritou, dizendo: "Você não sabe que quando se dá um presente a alguém, a gente coloca alguma coisa dentro da caixa?" A pequena menina olhou para cima com lágrima nos olhos e disse: "Oh, Paizinho, não está vazia. Eu soprei beijos dentro da caixa. Todos para você, Papai." O pai quase morreu de vergonha, abraçou a menina e suplicou que o perdoasse. Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado de sua cama por anos e sempre que se sentia triste, chateado, deprimido, ele tomava da caixa um beijo imaginário e recordava o amor que sua filha havia posto ali dentro. De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós humanos temos recebido uma caixinha dourada, cheia de amor incondicional e beijos de nossos pais, filhos, irmãos e amigos.... Ninguém poderá ter uma propriedade ou posse mais bonita que essa.
PERSERVERANÇA

Podemos sempre aprender com pessoas que vencem, que têm objetivos, que são determinadas. Se elas conseguem, porque não podemos??? O que elas têm de tão diferentes .....Olhe para seu interior, veja quantas coisas estão aí guardadas, sem explorar.... Analise quantos sonhos em sua vida que tentou, não conseguiu e acabou desistindo. A vida é feita de oportunidades e escolhas, hoje você É e ESTÁ, de acordo como escolheu, você quem escolheu, que optou pela vida que leva.... Pense nisso!
Leia com atenção:
PARA UM HOMEM QUE:
-Faliu no negócio aos 31 anos de idade,
-Foi derrotado numa eleição para o legislativo aos 32 anos,
-Faliu de novo em outro negócio,aos 34 anos,
-Superou a morte de sua namorada aos 35 anos,
-Teve um colapso nervoso quando estava com 36 anos,
-Perdeu nova eleição com a idade de 38 anos,
-Perdeu nas eleições para o Congresso aos 43, 46 e 48 anos,
-Perdeu numa disputa para o senado com a idade de 55 anos,
-Perdeu outra eleição senatorial aos 58 anos,
-FOI ELEITO PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS AOS 60 ANOS.
SEU NOME:
ABRAHAM LINCOLN, UM DOS GRANDES ESTADISTAS QUE O MUNDO JÁ TEVE.
Sabe qual o segredo? Determinação, coragem, fé , disciplina, ousadia, auto-confiança e, acima de tudo, ele tinha um grande sonho, que o fez tornar-se um grande homem.
A JANELA E O ESPELHO

Um jovem muito rico foi ter com um Rabi e pediu-lhe um conselho para orientar sua vida. Este o conduziu até a janela e perguntou-lhe: - O que vês através dos vidros?
- Vejo homens que vão e vêm, e um cego pedindo esmolas na rua. Então o Rabi mostrou-lhe um grande espelho e novamente o interrogou:
- Olha neste espelho e dize-me agora o que vês.
- Vejo a mim mesmo.
- E já não vês os outros! Repara que a janela e o espelho são ambos feitos da mesma matéria-prima, o vidro; mas no espelho, porque há uma fina camada de prata colada ao vidro, não vês nele mais do que a tua pessoa? Deves comparar-te a estas duas espécies de vidro. Pessoas de fé, de boa índole, vias os outros e tinhas compaixão por eles. Coberto de prata - o egoísta, hipócrita, pobre de espírito - vês apenas a ti mesmo.
Só vales alguma coisa, quando tiveres coragem de arrancar o revestimento de prata que tapa os olhos, para poderes de novo ver e amar aos outros.
"A verdadeira riqueza do homem é o bem que ele faz aos seus semelhantes."
Mahatma Gandhi
"Somos todos anjos de uma asa só
E só podemos voar quando abraçados uns aos outros"
LENDAS DA FACULDADE

Na véspera de uma prova, 4 alunos resolveram chutar o balde: iriam viajar, faltar à prova e então "dar um jeitinho" com o professor. Voltaram ao MIT na terça, sendo que a prova havia ocorrido na segunda. Então dirigiram-se ao professor: - "Professor, fomos viajar, o pneu furou, não conseguimos
consertá-lo, tivemos mil problemas, e por conta disso tudo nos atrasamos, mas gostaríamos de fazer a prova". O professor, sempre compreensivo disse: - "Claro, vocês podem fazer a prova hoje à tarde, após o almoço". E assim foi feito. Na hora da prova, o professor colocou cada aluno em um canto da sala e começou a ditar a prova: - "Primeira pergunta, valendo 1 ponto...", e fez uma pergunta sobre Bond Valuation. - "Segunda pergunta, valendo 9 pontos: Qual pneu furou?"
MESTRE RAMESH

Certa vez, perguntei para o Ramesh, um de meus mestres na India: - Por que existem pessoas que saem facilmente dos problemas mais complicados, enquanto outras sofrem por problemas muito pequenos, morrem
afogadas num copo de água? Ele simplesmente sorriu e contou-me uma história:
Era uma vez um sujeito que viveu amorosamente toda a sua vida. Quando morreu, todo
mundo lhe falou para ir ao céu, um homem tão bondoso quanto ele somente
poderia ir para o Paraíso. Ir para o céu não era tão importante para
aquele homem, mas mesmo assim ele foi até lá.
Naquela época, o céu não havia ainda passado por um programa de qualidade
total. A recepção não funcionava muito bem. A moça que o recebeu deu uma
olhada rápida nas fichas em cima do balcão e, como não viu o nome dele na
lista, orientou-lhe para ir ao Inferno.
E no Inferno, você sabe como é. Ninguém exige crachá nem convite, qualquer
um que chega é convidado a entrar. O sujeito entrou lá e foi ficando.
Alguns dias depois, Lúcifer chegou furioso às portas do Paraíso para tomar
satisfações com São Pedro:
- "Você é um canalha! Nunca imaginei que fosse capaz de uma baixaria como
essa. Isso que você está fazendo é puro terrorismo!"
Sem saber o motivo de tanta raiva, São Pedro perguntou, surpreso, do que
se tratava. Lúcifer, transtornado, desabafou:
- "Você mandou aquele sujeito para o Inferno e ele está fazendo a maior
bagunça lá. Ele chegou escutando as pessoas, olhando-as nos olhos,
conversando com elas. Agora, está todo mundo dialogando, se abraçando, se
beijando. O inferno está insuportável, parece o Paraíso!"
E fez um apelo:
- "Pedro, por favor, pegue aquele sujeito e leve-o de lá!"
Quando Ramesh terminou de contar essa história, olhou-me carinhosamente e
disse: - "Viva com tanto amor no coração que se, por engano, você for parar no
Inferno o próprio demônio lhe trará de volta ao Paraíso."
Problemas fazem parte da nossa vida, porém não deixe que eles o
transformem numa pessoa amargurada. As crises vão estar sempre se
sucedendo e às vezes você não terá escolha. Sua vida está sensacional e de
repente você pode descobrir que sua mãe está doente; que a política
econômica do governo mudou e que infinitas possibilidades de encrencas
aparecem.
As crises você não pode escolher, mas pode escolher a maneira como
enfrentá-las. E, no final, quando os problemas forem resolvidos, mais do
que sentir orgulho por ter encontrado as soluções, você terá orgulho de si
mesmo.
O JULGAMENTO

Havia numa aldeia um velho muito pobre, mas até reis o invejavam, pois ele tinha um lindo cavalo branco... Reis ofereciam quantias fabulosas pelo cavalo, mas o homem dizia: "Este cavalo não é um cavalo para mim, é uma pessoa. E como se pode vender uma pessoa, um amigo?". O homem era pobre, mas jamais vendeu o cavalo. Numa manhã, descobriu que o cavalo não estava na cocheira. A aldeia inteira se reuniu, e todos disseram: "Seu velho estúpido! Sabíamos que um dia o cavalo seria roubado. Teria sido melhor vendê-lo. Que desgraça!". O velho disse: "Não cheguem a tanto! Simplesmente digam que o cavalo não está na cocheira. Este é o fato, o resto é julgamento. Se trata-se de uma desgraça ou de uma bênção, não sei, porque esse é apenas um julgamento. Quem pode saber o que vai se seguir?".
As pessoas riram do velho. Elas sempre souberam que ele era um pouco louco. Mas, quinze dias depois, de repente, numa noite, o cavalo voltou. Ele não havia sido roubado, ele havia fugido para a floresta. E não apenas isso, ele trouxera uma dúzia de cavalos selvagens consigo. Novamente, as pessoas se reuniram e disseram: "Velho, você estava certo! Não se trata de uma desgraça, na verdade provou ser uma bênção". O velho disse: "Vocês estão se adiantando mais uma vez. Apenas digam que o cavalo está de volta... quem sabe se é uma bênção ou não? Este é apenas um fragmento. Você lê uma única palavra de uma sentença - como pode julgar todo o livro?". Desta vez, as pessoas não podiam dizer muito, mas interiormente sabiam que ele estava errado. Doze lindos cavalos tinham vindo... O velho tinha um único filho, que começou a treinar os cavalos selvagens. Apenas uma semana mais tarde, ele caiu de um cavalo e fraturou as pernas. As pessoas se reuniram e, mais uma vez, julgaram. Elas disseram: "Você tinha razão novamente. Foi uma desgraça. Seu único filho perdeu o uso das pernas e na sua velhice ele era seu único amparo. Agora você está mais pobre do que nunca." O velho disse: "Vocês estão obcecados por julgamento. Não se adiantem tanto. Digam apenas que meu filho fraturou as pernas. Ninguém sabe se isso é uma desgraça ou uma bênção. A vida vem em fragmentos, mais que isso nunca é dado". Aconteceu que, depois de algumas semanas, o país entrou em guerra, e todos os jovens da aldeia foram forçados a se alistar. Somente o filho do velho foi deixado para trás, pois recuperava-se das fraturas. A cidade inteira estava chorando, lamentando-se porque aquela era uma luta perdida e sabiam que a maior parte dos jovens jamais voltaria. Elas vieram até o velho e disseram: "Você tinha razão, velho - aquilo se revelou uma benção. Seu filho pode estar aleijado, mas ainda está com você. Nossos filhos foram-se para sempre." O velho disse: "Vocês continuam julgando. Ninguém sabe! Digam apenas que seus filhos foram forçados a entrar para o exército e que meu filho não foi. Mas somente Deus sabe se isso é uma bênção ou uma desgraça."
Não julgue, porque dessa maneira jamais se tornará uno com a totalidade. Você ficará obcecado com fragmentos, pulará para as conclusões a partir de coisas pequenas. Quando você julga você deixa de crescer. Julgamento significa um estado mental estagnado. E a mente deseja julgar, porque estar em um processo é sempre arriscado e desconfortável. Na verdade, a jornada nunca chega ao fim. Um caminho termina e outro começa: uma porta se fecha, outra se abre. Você atinge um pico, sempre existirá um pico mais alto. Aqueles que não julgam estão satisfeitos simplesmente em viver o momento presente e de nele crescer... Somente eles são capazes de caminhar com Deus.
ESQUISITO

NÃO É ESQUISITO QUE...
Quando o outro não faz é preguiçoso.
Quando você não faz... Está muito ocupado.
Quando o outro fala é intrigante.
Quando você fala... É critica construtiva.
Quando o outro se decide a favor de um ponto, é "cabeça dura".
Quando você o faz... Está sendo firme.
Quando o outro não cumprimenta, é mascarado.
Quando você passa sem cumprimentar... É apenas distração.
Quando o outro fala sobre si mesmo, é egoísta.
Quando você fala... É porque precisa desabafar.
Quando o outro se esforça para ser agradável, tem uma segunda intenção.
Quando você age assim... É gentil.
Quando o outro encara os dois lados do problema, está sendo fraco.
Quando você o faz... Está sendo compreensivo.
Quando o outro faz alguma coisa sem ordem, está se excedendo.
Quando você faz... É iniciativa.
Quando o outro progride, teve oportunidade.
Quando você progride... É fruto de muito trabalho.
Quando o outro luta por seus direitos, é teimoso.
Quando você o faz... É prova de caráter.
Quando você manda um e-mail com esse texto, é porque gosta dos amigos.
Quando o outro manda... É um desocupado.
VELÓRIO CORPORATIVO

Uma empresa estava em situação muito difícil, as vendas iam mal, os trabalhadores estavam desmotivados, os balanços há meses não saíam do
vermelho. Era preciso fazer algo para reverter o caos. Ninguém queria
assumir nada. Pelo contrário, o pessoal apenas reclamava que as coisas
andavam ruins e que não havia perspectiva de progresso na empresa.
Eles achavam que alguém deveria tomar a iniciativa de reverter
aquele processo.
Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram
na portaria um enorme cartaz no qual estava escrito: "Faleceu ontem a
pessoa que impedia o seu crescimento na empresa. Você está convidado
para o velório na quadra de esporte." No início, todos se entristeceram com
a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para
saber quem estava bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação
na quadra de esporte era tão grande que foi preciso chamar os
seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se
aproximando do caixão a excitação aumentava. "Quem será que estava
atrapalhando o meu progresso? Ainda bem que esse infeliz morreu!"
Um a um, os funcionários agitados aproximavam-se do caixão, olhavam
o defunto e engoliam seco, ficando no mais absoluto silêncio como se
tivessem sido atingidos no fundo da alma. Pois bem, certamente você
adivinhou que no visor do caixão havia um espelho.
Considerações:
Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: você mesmo.
Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida.
Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida.
Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo.
E é dentro do seu coração que você vai encontrar a energia para ser
o artista de sua criação.
O resto são desculpas.
NÃO ESQUEÇA O PRINCIPAL!

Conta a lenda que certa mulher pobre com uma criança no colo, passou diante de
uma caverna e escutou uma voz misteriosa que lá dentro dizia:
"Entre e apanhe tudo o que você desejar, mas não se esqueça do principal. Lembre-se, porém, de uma coisa: Depois que você sair, a porta se fechará para sempre. Portanto, aproveite a oportunidade, mas não se esqueça do principal..."
A mulher entrou na caverna e encontrou muitas riquezas. Fascinada pelo ouro e
pelas jóias, pôs a criança no chão e começou a juntar, ansiosamente, tudo o que
podia no seu avental. A voz misteriosa falou novamente: "Você agora, só tem oito minutos."
Esgotados os oito minutos, a mulher carregada de ouro e pedras preciosas, correu
para fora da caverna e a porta se fechou. Lembrou-se, então, que a criança lá
ficara e a porta estava fechada para sempre! A riqueza durou pouco e o desespero, sempre. O mesmo acontece, por vezes, conosco. Temos uns oitenta anos para viver, neste mundo, e uma voz sempre nos adverte: "Não se esqueça do principal!"
E o principal são os valores espirituais, a oração, a vigilância, a vida. Mas a ganância, a riqueza, os prazeres materiais nos fascinam tanto que o principal vai ficando sempre de lado.
Assim esgotamos o nosso tempo, aqui, e deixamos de lado o essencial: "OS TESOUROS
DA ALMA!" Que jamais nos esqueçamos que a vida, neste mundo, passa rápido e que a morte
chega de inesperado, e quando a porta desta vida se fechar para nós, de nada
valerão as lamentações.
"NÃO ESQUEÇAMOS DO PRINCIPAL!" Dê importância à sua família, seus amigos, seu companheiro, esses sim, são tesouros preciosos e valiosos demais para deixarmos partir sem apreciar os
momentos com eles.
O JOVEM MENSAGEIRO

Um jovem recebeu do rei a tarefa de levar uma mensagem e alguns diamantes a um outro rei de uma terra distante. Recebeu também o melhor cavalo do reino para levá-lo na jornada...
- Cuida do mais importante e cumprirás a missão! Disse o soberano ao despedir-se. Assim, o jovem preparou o seu alforje, escondeu a mensagem na bainha da
calça e colocou as pedras numa bolsa de couro amarrada à cintura, sob as vestes. Pela manhã, bem cedo, sumiu no horizonte. E não pensava sequer em falhar. Queria que todo o reino soubesse que era um nobre e valente rapaz, pronto para desposar a princesa. Aliás, esse era o seu sonho e parecia que a princesa correspondia às suas esperanças. Para cumprir rapidamente sua tarefa, por vezes deixava a estrada e pegava atalhos que sacrificavam sua montaria. Assim, exigia o máximo do animal. Quando parava em uma estalagem, deixava o cavalo ao relento, não lhe aliviava da sela e nem da carga, tampouco preocupava-se em dar-lhe de beber ou providenciar alguma ração. - Assim, meu jovem, acabas perdendo o animal - disse alguém. - Não me importo - respondeu ele. - Tenho dinheiro. Se este morrer, compro outro. Nenhuma falta fará. Com o passar dos dias e sob tamanho esforço, o pobre animal não suportando mais os maus tratos, caiu morto na estrada. O jovem simplesmente amaldiçoou-o e seguiu o caminho a pé. Acontece que nessa parte do país havia poucas fazendas e eram muito distantes uma das outras. Passadas algumas horas, ele se deu conta da falta que lhe fazia o animal. Estava exausto e sedento. Já havia deixado pelo caminho toda a tralha, com exceção das pedras, pois lembrava da recomendação do rei: "Cuida do mais importante!" Seu passo tornou-se curto e lento. As paradas eram freqüentes e longas. Como sabia que poderia cair a qualquer momento e temendo ser
assaltado, escondeu as pedras no salto de sua bota. Mais tarde, caiu exausto no pó da estrada, onde ficou desacordado. Para sua sorte, uma caravana de mercadores que seguia viagem para o seu reino, encontrou-o e cuidou dele. Ao recobrar os sentidos, encontrou-se de volta em sua cidade. Imediatamente foi ter com o rei para contar o que havia acontecido e com a maior
desfaçatez, colocou toda a culpa do insucesso nas costas do cavalo "fraco e doente" que recebera.
- "Porém, majestade, conforme me recomendaste, "Cuida do mais
importante", aqui estão as pedras que me confiaste. Devolvo-as a ti. Não perdi uma
sequer!" O rei as recebeu de suas mãos com tristeza e o despediu, mostrando
completa frieza diante de seus argumentos. Abatido, o jovem deixou o
palácio arrasado. Em casa, ao tirar a roupa suja, encontrou na bainha da calça a
mensagem do rei, que dizia: "Ao meu irmão, rei da terra do Norte! O jovem que te envio é candidato a casar-se com minha filha. Esta jornada é uma prova. Dei a ele alguns diamantes e um bom cavalo. Recomendei que cuidasse do mais importante. Faze-me, portanto, este grande favor e verifica o estado do cavalo. Se o animal estiver forte e viçoso, saberei que o jovem aprecia a fidelidade e a força de quem o auxilia na jornada. Se, porém, perder o animal e apenas guardar as pedras, não será um bom marido, nem rei, pois terá olhos apenas para o tesouro do reino e não dará importância à rainha e nem àqueles que o servem".
PARE TUDO!

Você chegou ao seu trabalho.
Ore e peça iluminação.
Cumprimente seus colegas.
Isso se chama Amizade.
Deseje a cada um o melhor.
Isso se chama Sinceridade.
Faça a agenda e programe seu dia.
Isso se chama Reflexão.
Agora com tudo planejado,
Comece a trabalhar.
Isso se chama Ação.
Acredite que tudo irá dar certo,
Isso se chama Fé.
Faça tudo com alegria.
Isso se chama Entusiasmo.
Dê o melhor de si.
Isso se chama Perfeição.
Ajude aquele que tem mais dificuldades do que você.
Isso se chama Solidariedade.
Compreenda que nem todos estão na mesma sintonia.
Isso se chama Tolerância.
Receba as bênçãos com gratidão.
Isso se chama Humildade.
Deus está com você.
Isso se chama Amor!
TRÊS LEMBRETES

1. Muitas são as emoções que movem o coração humano, quando ele resolve dedicar-se ao caminho espiritual. Raramente alguém começa esse caminho porque sentiu algo "nobre" - como fé, amor ao próximo ou caridade. Às vezes, somos levados por caprichos, solidão, curiosidade ou vontade de sermos amados.
Mas nada disso importa. O verdadeiro caminho espiritual é mais forte. Aos poucos, ele vai se impondo com amor, disciplina e dignidade. Chega um momento em que olhamos para trás, lembramos do início de nossa jornada e então rimos de nos mesmos. Fomos capazes de crescer, enquanto nossos pés percorriam a estrada.
O amor de Deus foi mais forte que os motivos que nos levaram até Ele.
2. Um velho sábio chinês estava caminhando por um campo de neve, quando viu uma mulher chorando.
- "Por que choras?", perguntou.
- "Porque me lembro do passado, da minha juventude, da beleza que via no espelho, dos homens que amei. Deus foi cruel comigo porque me deu memória. Ele sabia que eu ia sempre recordar a primavera de minha vida e chorar."
O sábio ficou contemplando o campo de neve, com o olhar fixo em determinado ponto. A certa altura, a mulher parou de chorar. - "O que estás vendo ai?", perguntou.
- "Um campo de rosas", disse o sábio. "Deus foi generoso comigo porque me deu memória. Ele sabia que, no inverno, eu poderia sempre recordar a primavera e sorrir."
3. Um missionário espanhol visitava uma ilha quando encontrou três sacerdotes astecas.
- "Como vocês rezam?", perguntou o padre.
- "Temos apenas uma oração", respondeu um dos astecas. "Dizemos: Deus, Tu é três e nós somos três. Tende piedade de nós."
- "Vou ensinar-lhes uma oração que Deus escuta", disse o missionário.
Pouco antes de retornar à Espanha, teve de passar pela mesma ilha e viu os três sacerdotes caminhando sobre as águas.
- "Padre, padre", disse um deles. "Por favor, torna a nos ensinar a oração que Deus escuta, porque não conseguimos lembrar."
- "Não importa", disse o padre, ao ver o milagre. E pediu perdão a Deus, por não haver entendido antes que Ele falava todas as línguas.
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